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PETRÓPOLIS E SEUS TIPOS URBANOS

Hoje é muito comum contemplarmos pelo centro de Petrópolis uma mulher de óculos, morena, magra, portando uma imensa mala, vagando perdida pelas ruas da cidade, olhos perdidos no horizonte, caminhando por uma cidade completamente invisível para ela. Os jovens a chamam de “Maria da mala”. Histórias são contadas pelos cantos, como a de que teria perdido um filho em viagem e que aguarda seu retorno. Outros vagueavam pelo universo da cidade e somente em um momento de rompante demonstram suas personalidades, doentias, esquizofrênicas ou apenas carinhosas e comunicativas em seu trajeto. O careca que caminha por quilômetros e quilômetros dentro da cidade é tachado de louco. Ele pede às pessoas dinheiro em troca de levar o lixo, e assusta pela sua forma de andar e por seus olhos perdidos porém caçadores. Dizem que é membro de importante família. Outro caminha com seu caderno, ora com um guarda-chuva... São tantos os representantes deste universo paralelo ao nosso e do qual não tomamos conhecimento, pelo contrário, nos permitimos apossar pelo medo ou pelo asco. São personagens que encontramos em nosso cotidiano, visto pela maioria na atualidade como párias, que não possuem registro ou famílias e por tal se tornam invisíveis ao nosso universo considerado 'normal'. Indivíduos excluídos socialmente desprovidos de qualquer vinculação ao cosmo social. Uma jornalista em 1999 produziu uma série de crônicas pelo jornal Zero Hora de Porto Alegre, que lhe valeu o Prêmio Esso de Jornalismo regional. Reportagens sobre registros urbanos dos personagens que habitam a paisagem social de Porto Alegre, seu mundo invisível. Lembrei-me de haver visualizado algo comum em minhas pesquisas no passado-recente de nossa cidade, mais precisamente em meados dos anos 50, e vasculhei minhas anotações quando encontrei a presença do jornalista Silvio de Carvalho retratando os personagens de sua época pela cidade em sua revista Vida Serrana (1954). Silvio que discorria sobre uma variedade de assuntos, não se furtou jovem ainda, em retratar o cenário invisível urbano de nossa cidade. Claro que os personagens não eram em grande número e envelheceram presentes em nosso cenário ao final do século XX. “Papa-ovo”, “Bem-te-vi”, “Tiê”, célebres figuras de nosso cotidiano por algumas décadas. Que serviram de troça para alguns adolescentes ou mesmo adultos, que corriam atrás de crianças que freqüentemente promoviam brincadeiras. “Papa-ovo” era o próprio mau- humor. Carregava um saco e se movia rapidamente pelas calçadas. Ao final da vida, já ficando desdentado e abandonado pela família foi adotado pelos funcionários é médicos do INPS que o conduziam a internações para que doenças que lhe acometiam pela vida itinerante pelas intempéries petropolitanas fossem tratadas. “Bem-te-vi”, cuja chamada pelos transeuntes que assobiavam copiava o pássaro da fauna, ou o “Tiê”. Outros eram mais uma ‘piada urbana’, como o Barão, que se dizia descendente de D. Pedro. Silvio não produziu crônicas sobre estes personagens, mas retratou com sua Rolleiflex, como parte do registro social de sua revista. Registrar somente socialites não promovia o rico histórico do cotidiano petropolitano de época.Personagens que habitam o cotidiano das cidades, que fingimos não ver e até mesmo chegamos a considerar como normalidades urbanas, mas que devem ser observados como um patrimônio cultural de transição memorialística urbana, que possuem registros até mesmo desafiadores, tragédias familiares entre outros. Ocorre em nossas sociedades a necessidade de se desenvolver uma consciência coletiva sobre as suas presenças, uma memória social destes ‘tipos de rua’, característicos em nossas sociedades. Já descrevemos as ternas palavras que o grande editor-diretor da Tribuna de Petrópolis, Arthur Alves Barbosa, e os demais cavaleiros da sociedade desfraldavam sobre a prostituta portuguesa “Maria Comprida” que faleceu com pouco mais de 18 anos de idade na primeira década do século XX, ou de “João Turco”, um cocheiro, que quando não trabalhava passeava a pé por toda a cidade em 1911, o João Costa de Jesus. Gabriel Fróes é quem relembra em suas crônicas outros tipos de rua, como José Ângelo de Morais, tradicional tipo popular da cidade conhecido como “Mariquinhas”, que faleceu no Hospital Santa Tereza em 1932 aos 82 anos de idade, ou de “João Tijolo” em 1956. Fróes ainda relembra o “Presidente”, Egídio Francisco Bonifácio da Silva, que faleceu aos 65 anos em 1961 e desfilava soberbamente pelas ruas com uma faixa que lhe haviam confeccionado copiando a faixa de nossos presidentes. Ainda no decorrer de fins do século XIX e na passagem do século XX, estes típicos personagens eram abandonados pela família, muitos eram presos por ser considerar que perturbavam a ordem pública, passavam a habitar celas com malandros urbanos, ou conduzidos a sanatórios espalhados pelo Estado como o Pinel entre outras. Em Petrópolis foram criados alguns destes sanatórios na época pós- Segunda Grande Guerra, onde alijados da sociedade, de sua família, por transtornos diversos, tornavam-se prisioneiros clínicos do que os conduzia ao agravamento de suas enfermidades, mas continuam em nossas memórias urbanas. (publicado pela Tribuna de Petrópolis, p.2, 23-12-2009)
Escrito por Oazinguito Ferreira às 17:43
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O PSP E ADHEMAR EM PETRÓPOLIS
Adhemar Pereira de Barros, paulista de Piracicaba, médico e empresário, foi um político influente. Foi eleito Prefeito da Cidade de São Paulo, interventor e Governador do Estado, candidatou-se a presidência por duas vezes, em 1955 e 1960, onde conquistou o terceiro lugar. Como não poderia deixar de ser, o populismo político 'ademarista' também esteve historicamente representado em nossa cidade, com o deputado petropolitano Altair de Oliveira, entre vários outros, como testemunha a foto publicada pelo JORNAL DE PETRÓPOLIS durante a campanha de 1955 que apresenta a sede do PSP. O edifício apresentado em foto de 1955, é um prédio terreo de dois pavimentos que foi derubado ao final dos anos 60. Até sua derrubada funcionário diversos comerciantes no local, tais como Margiotta, H. Lehnnertz (oficina de rádios), perfumaria de Onilio Mari, Movéis Senna & Cia., Chapelaria Pedro Hartmann, Salão Dora, Feira Roupas, Casa Excelsior. Foi construido no local o Edifício Chamonix de doze andares em 1969. Logo que se afastou da UDN e, em 1946, fundou o Partido Republicano Progressista (PRP), que pouco depois se fundiu com o Partido Popular Sindicalista e o Partido Agrário Nacional, formando o Partido Social Progressista (PSP), que se tornou o maior partido político de São Paulo do período de 1946 a 1965, com diretórios em todos os municípios do estado de São Paulo. Foi o PSP, na prática, a maior agremiação partidária depois do PSD, PTB e UDN, no período entre 1947-1965. Foi extinto pelo Regime Militar, por intermédio do Ato Institucional Número Dois - o AI-2, de 27 de outubro de 1965. Foi representado por um presidente da República, João Café Filho, o vice de Getúlio Vargas em seu segundo mandato, que assumiu o cargo após o suicídio de Getúlio. Adhemar era acusado também de desvio de verbas públicas nos períodos em que era chefe do executivo paulista. E quanto a estes desvios, seus adversários diziam que existia a "Caixinha do Ademar" para financiar as campanhas eleitorais de Adhemar, que foi utilizada inclusive em jingle de campanha. A rivalidade entre o Ademarismo e o janismo marcou época em São Paulo nas décadas de 1950 e 1960. Essa rivalidade e os comícios (meetings) pelo interior de São Paulo entraram para o folclore político do estado de São Paulo e do Brasil, e se tornaram acontecimentos inesquecíveis para os paulistas daquela época. O estilo político ademarista de "tocador de obra" que o identificava com Washington Luiz e seu visual característico, em mangas de camisa arregaçadas e suspensórios, se opunha ao populismo conservador e moralizante de Jânio Quadros.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 16:32
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PETRÓPOLIS E SEUS FESTIVAIS ESTUDANTIS X
Continuamos aguardando a colaboração dos nossos frequentadores no sentido de identificar os universitários e artistas de meados dos anos 70 que se apresentaram no festival universitário do Ginásio Affonso Paoni. 




Escrito por Oazinguito Ferreira às 22:33
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PETRÓPOLIS E SEUS FESTIVAIS ESTUDANTIS IX
Universitários petropolitanos e seus festivais nos anos 70, colabore identificando-os. 










Escrito por Oazinguito Ferreira às 12:55
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PETRÓPOLIS E SEUS FESTIVAIS ESTUDANTIS VII
Universitários petropolitanos e seus festivais nos anos 70, colabore identificando-os. 

Uma 'Rita Lee' petropolitana, quem será? 



Uma orquestra ao se apresentar, For Migh's Band.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 12:21
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PETRÓPOLIS E SEUS FESTIVAIS ESTUDANTIS VI
Continuamos a exposição de fotos dos Festivais Estudantis (universitários) de meados dos anos 70 que ocorreram no Ginásio Affonso Paoni, do Serrano F.C. Estes festivias foram organizados diretamente pelos diretórios da Universidade Católica de Petrópolis e contavam com a participação de universitários também da Faculdade de Medicina de Petrópolis, assim como alguns oriundos de Nova Friburgo, Terezopolis, Paraíba do Sul e de Vassouras. 
Os grupos eram os mais diversos por suas formações no meio universitário, de diversos cursos, mas prevalecendo os de Direito e Engenharia. 

Colabore com a identificação destes artistas universitários dos anos 70. Nossa memória petropolitana necessita ser ampliada e para tanto precisamos de sua colaboração.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 09:37
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PETRÓPOLIS E SEUS FESTIVAIS ESTUDANTIS V
Ainda os festivais da UCP no Ginásio Affonso Paoni do Serrano F.C. nos anos 70: 



Vamos identifica-los!
Escrito por Oazinguito Ferreira às 09:33
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PETRÓPOLIS E SEUS FESTIVAIS ESTUDANTIS IV
Ainda os festivais da UCP no Ginásio Affonso Paoni do Serrano F.C. nos anos 70: 


Contamos com sua colaboração para identifica-los.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 09:00
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PETRÓPOLIS E SEUS FESTIVAIS ESTUDANTIS III
Ainda os festivais da UCP no Ginásio Affonso Paoni do Serrano F.C. nos anos 70: 


Contamos com sua colaboração.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 15:34
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PETRÓPOLIS E SEUS FESTIVAIS ESTUDANTIS II





Contamos com sua colaboração.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 15:18
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PETRÓPOLIS E SEUS FESTIVAIS ESTUDANTIS

(nesta foto um dos vários grupos que se apresentaram) Os anos 60 foram marcantes no Brasil pela grande efervescência cultural que ocorria e ao que estávamos submetidos pelo autoritarismo e a repressão estatal que se apresentaram com o golpe militar de 64. A música era a marca fundamental desta explosão cultural quando inúmeros festivais despontavam no Rio de Janeiro. Marcantes foram os festivais da Record, principalmente o de 1967, onde acústicos e revelações da MPB despontavam neste cenário. Nesta mesma época realizara-se no Rio o Primeiro Festival Estudantil que também obteve amplo sucesso principalmente no meio universitário e conduziu a realização do Segundo em 1968 com parceria da Secretaria Estadual de Educação e do jornal O Globo no Teatro João Caetano no Rio de Janeiro. Petrópolis também não fugiu a esta 'onda' e na mesma época os estudantes petropolitanos, em sua maioria do Liceu e do Cenip, reunidos na APE também promoveram festivais que se realizavam no Teatro Santa Cecília, além do universitário petropolitano que se realizava no Ginásio Afonso Paoni, o Serrano. As fotos aqui postadas apresentam este Festival Universitário em meados dos anos 70 no Ginásio Afonso Paoni e são o testemunho do passado estudantil em nossa cidade. Fotos que pertencem ao Arquivo da UCP. No momento o problema maior é o da identificação de cantores, compositores e grupos que se apresentaram pois no período a divulgação era minima pelos órgãos de imprensa da cidade, e para tal recorreremos a memória de nossos visitantes para compor a História de Petrópolis no Século XX. Comuniquem-se! (profferreira@uol.com.br) 

Escrito por Oazinguito Ferreira às 14:53
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DARB: DIRETÓRIO ACADÊMICO RUI BARBOSA, DAS UNIVERSIDADES CATÓLICAS DE PETRÓPOLIS

"Ainda no primeiro ano de funcionamento do Curso, instalou-se de forma auspiciosa o Diretório Acadêmico Ruy Barbosa, em 4 de setembro de 1954. A solenidade de posse da 1ª Diretoria, constituída pelos acadêmicos Fábio Meirelles Guerra (Presidente); Paulo Machado Costa e Silva (Vice-Presidente); Francisco Eugênio M. de Souza (Secretário Geral); Armando do Valle (1º Secretário); Dilton Abreu Martin (2º Secretário) e Waldir Blanco da Costa (Tesoureiro), foi realizada no Palace Hotel, com intensa programação cultural, que entre outros teve como oradores os professores Décio Duarte Ennes, Carlos Alberto Werneck e o poeta Carauta de Souza. A partir de sua fundação, desenvolveu o DARB intensa atividade social, cultural e esportiva, destacando-se a publicação do jornal o "ÁQUILA", organizado pelo talentoso acadêmico Joaquim Eloy Duarte dos Santos que, na oportunidade, dirigia o Departamento de Imprensa e Propaganda do Diretório." (Ferreira Alves, Jerônimo. A Faculdade Católica de Direito, Tribuna de Petrópolis, 18/06/2003) O curso de direito iniciou-se segundo Jerônimo na propriedade do Carmelo São José, no bairro do Retiro em 1954, sendo seu reitor o dr Arthur de Sá Earp Neto. Transferiu-se posteriormente para a Rua Barão do Amazonas, no prédio adquirido com recursos conquistados pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro, Dr. Miguel Couto Filho, assinou a lei especial votada pela Câmara Estadual, "autorizando a abertura de crédito extraordinário de três milhões de cruzeiros para auxiliar as Faculdades na aquisição de sede própria no centro da cidade". Foi reconhecido o Curso de Direito pelo Dec. 43.335/58, de 11 de março de 1958, as Faculdades Católicas Petropolitanas realizaram, em 28 de fevereiro do mesmo ano, para a cerimônia de colação de grau de sua 1ª turma de bacharéis, foram escolhidos o Grão Chanceler, Dom Manuel Pedro da Cunha Cintra para Patrono e o Reitor, Dr. Arthur de Sá Earp Netto para Paraninfo (in Ferreira Alves) A foto aqui reproduzida é dos arquivos da UCP e indica o momento em que ocorre a eleição da nova diretoria para o biênio seguinte, 56/57. Joaquim Eloi é quem possuí o negativo desta foto que está depositada na Biblioteca da UCP e que identifica ao centro seu amigo, o candidato a presidente - que venceu o pleito - Alynthor Teixeira de Rezende.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 11:26
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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE PETRÓPOLIS: ANOS 30
Muito se discorre pela imprensa sobre a revitalização turística de parte da rede ferroviária que se encontra fora da cidade de Petrópolis, porém se sabe que o segmento da cidade era muito mais importante e assim sendo vamos rever o patrimônio predial que Petrópolis perdeu com a extinção da rede. Recentemente ao pesquisar o álbum da Cia. Fábrica de Papel Petrópolis editado em 1933 para a 6a Feira de Amostras que ocorreu no Rio de Janeiro na mesma data, nos deparamos com foto cuja autoria não foi revelada pelo álbum, assim como a da maioria de suas fotos, uma imagem que pelo ângulo que foi batida revela uma vila européia, mas é justamente a área de nossa Estação Ferroviária. A foto foi realizada do morro acima do prédio em que se localizava atualmente o Arquivo Administrativo da PMP, extinta Casa Galo e alguns detalhes da imagem devem ser observados nesta área que junto com o tradicional centro financeiro era à época um dos mais importantes da cidade: 
Foto da área da Estação Ferroviária incluindo a Rua Caldas Viana, a já indicada Rua Dr. Pocíuncula e o final da Rua Paulo Barbosa. Uma verdadeira vila européia (mapa ao final do ensaio postagem). 
Ao fundo da área da estação observamos a Rua Visconde de Souza Franco com seus sobrados comerciais, sendo a maioria composta de armazéns, e algumas residências. Devemos salientar que a área próxima da Benjamim Constant e Silva Jardim eram considerados à época junto com a Souza Franco, áreas nobres de residências da cidade. 
Neste segmento da foto podemos observar a área da ‘cancela’ da estação e a ponte de passagem (observamos que o pontilhão que passava da Paulo Barbosa à Caldas Viana, ainda não havia sido construído); observamos também o deck de embarque e desembarque com amplo espaço para o estacionamento de carroções e cavalos para descarga de mercadorias; as tradicionais árvores da Caldas Viana e ao fundo, próximo ao trem que chega a Estação observamos a pequena torre de controle atualmente utilizada pela PMP na fiscalização da feira que ali se estabelece desde os anos 60. 
Neste outro segmento da foto observamos: os Hotéis que se apresentavam em toda a extensão da Rua Dr. Porcíuncula, assim como o casarão do Dr. Porcíuncula, a relojoaria-joaelheria e outros estabelecimentos comerciais; o prédio da Estação Ferroviária; os lotações à porta central da Estação; carros de praça já estacionados à frente do Hotel Rio de Janeiro e ao fundo da Rua, mais precisamente marcando o final da Paulo Barbosa, observamos tradicional sobrado onde funcionava uma tradicional casa de Crédito de Petrópolis. 
Mapa da região da Estação Ferroviária da Leopoldina em Petrópolis na década de 30
Escrito por Oazinguito Ferreira às 12:31
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FABRICA DE PAPEL: ORGULHO INDUSTRIAL PETROPOLITANO NOS ANOS 30

Capa do álbum da Cia. Fábrica de Papel Petrópolis, confeccionado em meados dos anos 30 para apresentação na 6a. Feira Internacional de Amostras do Rio de Janeiro em 1933. Seu conteúdo não relatava de forma extensiva uma publicidade da empresa, a não ser em poucas páginas. A grande maioria do álbum fazia uma apologia às autoridades do governo provisório da 'nova república' que se instaurou com a 'Revolução de 1930. Note o logotipo da empresa, novidade no marketing empresarial no período, fato que já se sobressaía no cenário norte-americano pelo seu modernismo industrial e publicitário nos anos 20.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 08:59
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BELVEDERE NOVAMENTE

Novamente o amigo Rouen nos auxilia com uma foto caracteristica do Parque infantil na área do Belvedere na serra ao final dos anos 60, crianças com suas mães ou babás em brincadeiras, enquanto seu pais lanchavam no 'disco'.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 19:45
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