Petrópolis no Século XX - Petropolis in the Twentieth Century - Local History


MOREIRA FRANCO EM PETRÓPOLIS

(Moreira Franco encontra-se nesta foto com Helmuth Lautterjung em um almoço em uma churrascaria petropolitana)

 Moreira Franco retornou ao PMDB em 1985, e foi indicado pela convenção estadual para disputar o Governo do Estado do Rio, como candidato de ampla coligação de doze partidos (Aliança Popular e Democrática), realizou uma campanha populista que o levou a percorrer todos os municípios, chegando inclusive a pedir votos em concentrações populares ao fim do dia de trabalho, tais como pontos de lotações e conduziu o PMDB à vitória, tendo liderado a corrida eleitoral desde as primeiras pesquisas, que desta vez eram monitoradas oficialmente por empresas contratadas até o resultado final, assumindo o governo do Estado em substituição a Leonel Brizola em 1987e se destaca também no apoio aos prefeitos fluminenses. Motivo de sua constante presença em Petrópolis e demais municipios serranos onde o PMDB possuía solida base eleitoral.

(Nesta foto é entrevistado por jornalistas petropolitanos. Ambas as fotos são de 1990 e de autoria de Moises Pregal)



Escrito por Oazinguito Ferreira às 17:22
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




SATURNINO BRAGA EM PETRÓPOLIS

Não foram poucas as vezes que Saturnino se fez presente em Petrópolis, até mesmo como engenheiro representando órgãos do Estado no Município, ou convidado por empresas da construção civil. O destaque desta foto, que seria da campanha ao Senado pelo PDT em 1982, ou em visita como senador em Petrópolis antes de 1985, pertencente a coleção já citada de Lautterjung, é a presença do saudoso jornalista e companheiro Marcos Cabral que ponteou com grande firmeza pelos jornais petropolitanos, principalmente no plano da política, e que nesta época era o mais destacado correspondente do Jornal do Brasil no interior do Estado do Rio de janeiro.

(Marcos Cabral)

(Nesta outra foto de Móises Pregal de 1989 para reportagem da Tribuna de Petrópolis, Cabral entrega prêmio de jornalismo à Lautterjung durante as comemorações da Imprensa Petropolitana época em que Cabral era Presidente da API, Associação Petropolitana de Imprensa)

 



Escrito por Oazinguito Ferreira às 10:17
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




IVALDO COSTA E HELMUTH LAUTTERJUNG

Nesta foto observamos os ativos jornalistas Ivaldo Costa (Tribuna de Petrópolis) e Helmuth Lautterjung (Petrópolis Post)  representando a imprensa petropolitana em 1982 em sessão comemorativa da Câmara de Vereadores de Petrópolis.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 10:09
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




AFONSO ARINOS: UM SENADOR QUE RESPIRAVA PETRÓPOLIS

O Senador Afonso Arinos de Melo Franco, possuiu intimo relacionamento com Petrópolis desde sua juventude segundo relatos diversos. Sua presença se fez com inúmeros companheiros, e por várias vezes com sua familia.
Sua presença no Instituto Histórico de Petrópolis é histórica  como a de Luís Afonso D'Escragnole, Américo Jacobina Lacombe, Alberto Lamego, Alceu Amoroso Lima, Arthur César Ferreira Reis, Otávio Taquínio de Souza, Afonso D'Escragnole Taunay, Hélio Viana e outos.
Esteve em Petrópolis quando foi nomeado, pelo presidente José Sarney , presidente da Comissão Provisória de Estudos Constitucionais (denominada Comissão Afonso Arinos), criada em 1985, com o objetivo de preparar um anteprojeto que deveria servir de texto básico para a elaboração da nova Constituição. Reuniu-se com inúmero intelectuais e juristas.
Em 1986 esteve em campanha em Petrópolis e aos 81 anos, elegeu-se senador pelo Partido da Frente Liberal. 

Faleceu em pleno exercício do mandato de senador, em 1990. À época, era filiado ao PFL, hoje Democratas.

Nesta foto o senador se apresenta em companhia do jornalista Helmut Lautterjung quando de sua presença em Petrópolis para divulgação da campanha política pelo PFL.

A foto, como as demais da coleção ora apresentadas, integrava o arquivo particular de Helmut, de seu trabalho realizado à frente dos jornais Tribuna de Petrópolis, Petrópolis Post e como Chefe do Departamento de Comunicações da PMP, e que foram doadas a nossa pessoa na época da produção da coleção do Centenário da Tribuna de Petrópolis. 

 



Escrito por Oazinguito Ferreira às 10:00
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Miro Teixeira em Petrópolis em 82

Nesta outra foto observamos a presença de Miro Teixeira nas escadas do prédio da Câmara Municipal, acompanhado pelo deputado Leônidas Sampaio Fernandes e por Paulo Rattes em comicio. Enquanto o deputado discursa, postados atrás encontram-se Helmut Lautterjung e Carlos Bohrer presidente da juventude pemedebista na época.

 



Escrito por Oazinguito Ferreira às 23:10
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Sandra Cavalcanti em Petrópolis em 82

Aqui podemos observar a chegada de Sandra Cavalcanti acompanhada dos Collares (sendo cumprimentada por Lautterjung) para um comício no Centro de Cultura aos seus correligionários. Curiosamente seu comicio foi uma semana após o de Brizola.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 23:04
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Brizola em Petrópolis em 82

(Brizola e Colagrossi)

Desde a chegada do exílio no final dos anos 70, L. Brizola sempre que possível visitava Petrópolis. Em nossa cidade sentia-se a vontade com seus fiéis escudeiros: Colagrossi, Fadel, entre inúmeros outros. Quando de sua candidatura ao governo do Estado esteve em Petrópolis para diversos comícios ou reuniões, como as da foto que foram registradas pela Tribuna de Petrópolis quando se candidatava à governador.

Brizola foi eleito governador do Rio de Janeiro no ano de 1982. A eleição vinha sendo disputada por Sandra Cavalcanti (PTB), Moreira Franco (PDS) e Miro Teixeira (PMDB), que perdem força com a entrada de Brizola no páreo. Esta eleição foi marcada pelo caso Proconsult.

Neste mesmo ano com a eleição efetiva de Paulo Rattes para prefeito, a maioria dos membros da executiva local do PMDB reuniu-se com Brizola na casa de Colagrossi e mudou-se  para o PDT: Newton Santiago, Ney Botafogo, Trizuzzi e outros.

 

(Brizola e Colagrossi em visita a Lautterjung, jornalista petropolitano)



Escrito por Oazinguito Ferreira às 22:48
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




CASA DO COLONO ALEMÃO EM PETRÓPOLIS

A Casa do Colono (Casa do Imigrante Alemão de Petrópolis), localizado à Rua Cristovão Colombo e situada no Quarteirão Castelânea,segundo  o pesquisador Paulo Roberto Martins de Oliveira (IHP, 29/11/2004), nunca pertenceu a colono algum, como sempre considerou-se desde a autoria do projeto original de criação do museu, pois para Oliveira o primitivo proprietário era o germânico Johann Gotlieb Kaiser, um ex-militar.

A casa de  Johann Gotlieb Kaiser transformada posteriormente em Museu, foi construída em 1850 nos prazos de terra nºs. 1632 e 1633 que aforou em 08/06/1847. Viveu com sua mulher e sua filha Ana Maria Kaiser que, em 1865, se casou com Nicolau Sutter, tendo 8 filhos.

O projeto para a criação do Museu pertenceu ao então vereador prof. Roberto Francisco (1963) aprovado pelo então prefeito dr. Flávio Castrioto. Mas a escolha do imóvel ainda não estava definida, ocorrendo mais tarde e sendo aprovada em 1970 pelo prefeito Paulo Rattes que desapropriou ao considerar de utilidade pública o prédio.

Inúmeras foram as reinaugurações políticas do prédio nas mais diferentes épocas após abandonos e saques registrados pela imprensa (Tribuna).

(informações em consulta aos textos de Joaquim Eloy, Jerônimo Ferreira Alves, Antônio Eugênio de Azevedo Taulois, Arthur Leonardo de Sá Earp e Francisco José Ribeiro de Vasconcellos, todos o IHP)

 

Em 1981, o arquiteto gaucho, Günter Weimer, esteve a convite em Petrópolis para proferir uma palestra sobre o resultado dos estudos desenvolvidos no sul do Brasil sobre casas de colonos alemães e a comparação que este fazia com a legitima casa do colono alemão de Petrópolis, como era considerada a casa de dona Ana Maria Mayworm no Carangola.

Na ocasião ele comparou a casa de dona Ana à casa de Heinrich Osterkamp de Estrela no Rio Grande do Sul, identificando características próprias de ambas as construções para a condição fisico-climática distinta destas regiões.

Nesta época muitos consideraram que seria um passo real transferir para a casa de dona Ana as condições de tombamento do patrimônio histórico municipal, mas o tempo passou e a casa completamente abandonada se descaracterizou sob reclamações da família que esperava decisões políticas.

 



Escrito por Oazinguito Ferreira às 00:30
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




QUITANDINHA & O CINEMA BRASILEIRO

(Cartaz do filme "É fogo na roupa")

Inúmeros foram os filmes que tiveram por cenário o Hotel Cassino Quitandinha segundo o que já relatamos. E encontramos esta peróla em nossas pesquisas realizadas no site http://www.adorocinemabrasileiro.com.br/.

 Uma Comédia Musical com duração de 88 min. que foi lançado em 1952 pelos Estúdios Brasil Vita Filmes e distribuido por Unida Filmes. Este filme teve a direção do famoso Watson Macedo e sendo seu assistente Roberto Faria. Argumento do próprio Macedo e roteiro de Alinor Azevedo e José Cajado Filho
Produtor Associado: Roberto Acácio: Direção de Produção: Elias Lourenço de Souza
Co-produção: Watson Macedo Produções Cinematográficas
Musica: Alexandre Gnatalli
Sonografia: Alberto Viana
Fotografia: Edgar Brasil
Direção Artística: José Cajado Filho
Cenografia: José Cajado Filho
Montagem: Ceny Macedo
Musica: Alexandre Gnatalli
Coreografia: Juliana Yanakiewa

Elenco
Violeta Ferraz, Ankito, Heloísa Helena, Adelaide Chiozzo, Benê Nunes, Augusto Anibal, Sérgio de Oliveira, Ivon Cury, Antônio Spina, Gilmar Coelho, Inah Malagutti, Nena Napoli, Armando Nascimento, Jorge Cury, Jesus Ruas, Oswaldo Elias, Vicente Marchelli, Francisco Carlos, Dircinha Batista, Ruy Rey, Vera Lúcia, Emilinha Borba, Jorge Goulart, Linda Batista, Virgínia Lane, Eliseth Cardoso e Marion.

(Emilinha Borba em uma das cenas destacadas do filme)


Foi a estréia de Ankito no cinema. Paulista de nascimento e descendente de tradicional família de circo, inicia sua carreira cinematográfica em 1952, para concorrer com Oscarito, já um astro consagrado.
As chanchadas carnavalescas eram produzidas regularmente com a finalidade de lançar as novas canções, as músicas para o próximo carnaval. Ainda não existia a televisão em rede nacional, embora em todos os filmes deste festival ela já surja de uma forma meio primitiva. De qualquer forma, a finalidade era rir um pouco, ver os ídolos musicais e conhecer os novos sambas e marchinhas, estreando simultaneamente nos cinemas de todo o Brasil.
A trama é muito simples e já começa na boate do hotel, com shows musicais e um congresso de mulheres. São as esposas em defesa da felicidade conjugal, que chegam a propor a pena de morte para os maridos infiéis. Curiosamente, quem estrela a fita são duas figuras hoje pouco lembradas, o pianista Benê Nunes, que não era lá muito bom ator, e Heloísa Helena, na época já veterana e que faz uma condessa francesa, chegando inclusive a cantar nessa língua, com ótimo sotaque. Temos também Ivon Cury, como o marido dela e uma trama sobre um valioso colar que é roubado. Mas o filme ficou famoso também por lançar como astro um novo comediante vindo do circo: Ankito, que muita gente comparava com Oscarito, mas que, na verdade, tem um estilo próprio, acrobático, parecendo mais um comediante do cinema mudo. Aqui ele interpreta um empresário que tenta conseguir emprego para o pianista no hotel, fazendo-o passar por polonês.

(texto de Rubens Ewald Filho)

 



Escrito por Oazinguito Ferreira às 20:27
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




CARNEIRO MALTA E A DIFUSORA DE PETRÓPOLIS

Agradecemos a colaboração do companheiro José Cláudio Barbedo da Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro, que nos enviou esta foto de Wilson Carneiro Malta, o principal fundador da PRD3 nos anos 30. A foto enviada foi batida no studio de som da rádio, segundo o próprio Barbedo no decorrer dos anos 70 em visita do então comandante do Batalhão de Caçadores.

 



Escrito por Oazinguito Ferreira às 20:06
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




PETRÓPOLIS E SEU DOMINGO MUSICAL

(Um regional no auditório da PRD3)

Os domingos da Petrópolis Rádio Difusora eram musicais desde o raiar do dia, com seus programas sertanejos em transmissões diretas, em algumas épocas,  diretamente de seu auditório-studio, ou então com seu programa mais ouvido por toda cidade, o "Programa do Guri", um show de calouros onde vez por outra cantores de prestigio da capital se apresentavam lotando não somente o estúdio como a praça D. Pedro.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 23:10
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




PETRÓPOLIS RÁDIO DIFUSORA PRD3

A PRD3 Rádio Difusora foi o signo do desenvolvimento nas comunicações em nossa cidade. O rádio havia sido criado no Brasil em 1922 com suas transmissões das comemorações do Centenário do Descobrimento, e já na década de 20 as primeiras empresas foram criadas, sendo acompanhadas por outras de todas as capitais. Petrópolis foge ao padrão por ser uma rádio do interior.
As fotos presentes neste blog são da coleção de Silvio de Carvalho ex-reporter, editor e radialista, que as publicou na revista o centenário da Tribuna de Petrópolis (2002).
Na primeira foto podemos observar o ex-prefeito e então deputado Cordolino Ambrósio, na época presidente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (1960), junto ao presidente Juscelino Kubitcheck e do governador Roberto Silveira, dando entrevistas e realizando discursos nos estúdios da PRD3 Rádio Difusora, acompanhados do diretor fundador, Wilson Carneiro Malta.
A segunda foto apresenta Carneiro Malta acompanhado de Emilinha Borba e de mais apresentadores dos programas da rádio.

INAUGURAÇÃO DO P. R. D. 3 CLUB: 27.9.1936
INAUGURAÇÃO DO ESTUDIO E AUDITORIO Á PRAÇA D. PEDRO  30-11-1952
IRRADIAÇÃO EM ONDA CURTA: 1.4.1950 (noticiario do Congresso dos Municipios)

 



Escrito por Oazinguito Ferreira às 23:00
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




MALAN, O EX-MINISTRO UM PETROPOLITANO

“Nascido em Petrópolis numa família de classe média, Malan sempre foi Malan. Na infância, ia para a escola com uniforme engomado e cabelo bem penteado. Jamais era visto com a camisa de algodão para fora da calça jeans, que caía sobre invariáveis sapatos mocassim. Hoje, usa gel nos cabelos e é incapaz de receber na sua casa um amigo ou mesmo o entregador de jornal de bermudão e chinelo — estará de calça, camisa, sapato e cinto, sempre. Ele e seus cinco irmãos tiveram uma educação rígida. Nessa época, no colegial, Malan era um aluno de primeira linha. Mas na universidade, onde ingressou no início da década de 60, teve um desempenho apenas razoável, dada a atenção que dedicava à militância política. Era da Ação Popular, a AP, uma das organizações clandestinas de esquerda, a mesma que agrupou o ministro José Serra, da Saúde, e o falecido ministro Sergio Motta.

 

Vinte anos mais tarde, já formado em engenharia e Ph.D. em economia, Malan tornou-se professor visitante da Universidade de Cambridge, e, aos poucos, foi percorrendo a trajetória clássica definida pelo primeiro-ministro Winston Churchill segundo a qual aos 20 anos todos são socialistas (se tiverem coração) e aos 40 todos serão conservadores (se tiverem cabeça). Hoje, a política já não o atrai como na universidade. Acha aborrecidas as reuniões com aquela gente de Brasília que peregrina pelos gabinetes dos poderosos em busca de verbas. E procura, nas horas de lazer, atividades próprias do recolhimento. Lê bastante, inclusive clássicos como Shakespeare e Cervantes. Gosta de ópera italiana. Ao contrário do que sugere seu ar de homem pouco sensual, é chegado num vinho tinto e na culinária de boa extração. Nos finais de semana, veste-se de mestre-cuca e vai para a beira do fogão fazer macarronada e pipoca para a filha Cecília, de 15 anos. Também vive mostrando ao filho caçula, Pedro, de 5 anos, sua coleção do Tim-Tim, personagem dos quadrinhos que lia na infância. Com a coleção devidamente guardada até hoje, Malan quer porque quer convencer seu filho a gostar de Tim-Tim. Diogo, 25 anos, filho do seu primeiro casamento, mora no Rio de Janeiro.”

 

(IN, VEJA 141098)

 

 

Atualmente exerce o cargo de presidente do Conselho de Administração do Unibanco, presidente do Conselho de Administração da empresa Globex-Ponto Frio e membro do Conselho Consultivo da Alcoa Alumínio S.A. É professor do Departamento de Economia da PUC do Rio de Janeiro e autor de dezenas de trabalhos sobre Economia Brasileira e Economia Internacional, publicados no Brasil e no exterior.

 

Foi ministro da Fazenda durante oito anos, desde 1995 até 2002. Presidente do Banco Central do Brasil no período de 1993 a 1994. Consultor especial e negociador-chefe para assuntos da dívida externa – Ministério da Fazenda no período de 1991 a 1993. Diretor-executivo do Banco Mundial no período de 1986 a 1990 e de 1992 a 1993; diretor-executivo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento no período de 1990 a 1992. Diretor do Centro de Empresas Transnacionais da ONU em Nova lorque no período de 1983 a 1984. Diretor do Departamento de Economia Internacional e Assuntos Sociais da ONU em Nova lorque no período de 1985 a 1986. Formado em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da PUC do Rio de Janeiro em 1965, Pedro Malan é PhD em Economia pela Universidade de Berkeley Califórnia

 



Escrito por Oazinguito Ferreira às 21:56
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




CARVALHO LEITE, A MARAVILHA DA SERRA ERA PETROPOLITANO

 

Carvalho Leite, a ´maravilha da serra’

 

Por Rui Moura (http://mundobotafogo.blogspot.com/2007/12/carvalho-leite-maravilha-da-serra.htm)

 

Carlos Antônio Dobbert de Carvalho Leite nasceu a 26 de Maio de 1912 em Petrópolis e faleceu a 19 de Julho de 2004 no Rio de Janeiro. Carvalho Leite foi um atacante poderoso e goleador, que durante os doze anos de sua carreira (1928-1941) apenas actuou pelo Botafogo. O craque abandonou as chuteiras em virtude de uma lesão.

 

O artilheiro foi campeão carioca em 1930, 1932, 1933, 1934 e 1935, sendo um dos grandes craques do tetracampeonato estadual. Além disso, Carvalho Leite integrou a Selecção Brasileira nas copas de 1930 e 1934 e tornou-se o maior artilheiro do Botafogo, apenas ultrapassado mais tarde por Quarentinha, que jogou no Botafogo nas décadas de 1950-60. O craque assinalou 275 gols em 344 jogos e foi artilheiro do campeonato carioca em 1930 (14 gols), 1931 (13 gols), 1932 (20 gols), 1935 (16 gols), 1936 (15 gols), 1937 (21 gols), 1938 (16 gols), 1939 (22 gols) e 1940 (10 gols).

 

Após abandonar o futebol, o craque, apelidado de ‘Maravilha da Serra’ por ter nascido em Petrópolis, e ‘Crack Gallant’, especialmente depois do romance com a Miss Botafogo e Miss Brasil Vânia Pinto, entrou para o Departamento Médico do Botafogo, porquanto se formara em medicina. Carvalho Leite afirmou em entrevista: “O Botafogo representa tudo para mim. Afinal eu só joguei no Botafogo e me orgulho muito disso. Ainda mais por ter ajudado a acabar com um jejum de 20 anos sem títulos, que se arrastava desde 1910”.

 

O ‘crack gallant’ exerceu a sua profissão no Botafogo até aos 84 anos, dirigindo o Departamento Médico da Sede do Mourisco e atendia os alunos dos desportos amadores.

 

Fontes principais

Castro, Alceu Mendes de Oliveira (1951), O Futebol no Botafogo (1904-1950), Rio de Janeiro: Gráfica Milone.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Carvalho_leite

http://www.botafogocentenario.kit.net/idolos.htm

http://www.botafogopaixao.kit.net/idolos.htm

 



Escrito por Oazinguito Ferreira às 20:55
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




MARIO MARTINS, UM SENADOR PETROPOLITANO CASSADO

“ Não há heroísmo na minha atitude. Diariamente, simples operários, modestos comerciários se despedem do trabalho para manter uma posição de dignidade/museu. E ai do país em que os homens não tiverem atitudes destas.”
Frase de Mario Martins presente na página do Senado

(http://www.senado.gov.br/comunica/museu/pron2.htm)

Pequena Biografia:

Mário de Sousa Martins nasceu em Petrópolis, Rio de Janeiro, no dia 22 de maio de 1913, filho de Rosendo de Sousa Martins e de Hormezinda Almeida de Sousa Martins.

Ingressou, em 1930, na Escola de Direito do Rio de Janeiro, onde esteve apenas um ano, abandonando o curso. Durante o seu tempo de estudante universitário teve seu primeiro contato com o jornalismo, a partir de quando se dedicou à profissão.

Iniciou-se na vida pública no pleito de outubro de 1950, elegendo-se vereador no Distrito Federal, pela legenda da UDN.

Empossado vereador em 1951, foi logo escolhido líder da bancada udenista e da oposição ao Governo Vargas na Câmara dos Vereadores.

Em 1958, Mário Martins integrou as chamadas Caravanas da Liberdade, compostas por líderes udenistas, que percorriam o País promovendo comícios com vista a popularizar o partido. Nas eleições de outubro do mesmo ano, conseguiu reeleger-se deputado federal.

Em maio de 1961, renunciou ao mandato de deputado federal por discordar de ações políticas adotadas pela liderança de seu partido. Voltou ao jornalismo.

Em 1966, ingressou no Movimento Democrático Brasileiro, elegendo-se senador no pleito daquele ano.

Empossou-se em fevereiro de 1967.

No início de 1969, teve seu mandato cassado e os direitos políticos suspensos por dez anos, retornando à vida pública em 1981, após a abertura política de 1979. No pleito de 1982 foi candidato ao Senado pelo PMDB, mas não se elegeu.

Casou-se com Diná Almeida de Sousa Martins, com quem teve 9 filhos. Casou-se pela segunda vez com Jane Rodrigues Rios, com quem teve uma filha. Veio a falecer em 11 de dezembro de 1994.

Um fato de sua biografia que se destacou ante a crise nacional que atingia o país foi a renuncia ao mandato:

A 24 de maio de 196l, por divergências com o grupo do então Governador Carlos Lacerda, seu correligionário da União Democrática Nacional (UDN), o Deputado Mário Martins renuncia ao mandato, numa demonstração de que não apoiaria um movimento de radicalização contra o Governo Jânio Quadros, e porque

considerava-se traído na reunião que escolheria os membro do Diretório Nacional da UDN.

Na ocasião, recebeu apartes de solidariedade dos Deputados Miguel Bahury e Padre Vidigal.

 

 (Nesta foto, o senador encontra-se com Lautterjung, sendo observado por Calau, Denisio Baden e outro vereador em 1982 quando de sua candidatura)



Escrito por Oazinguito Ferreira às 19:14
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




SYLVIA ORTHOF, A PETROPOLITANA

Amigos me "cobraram" a presença da grande escritora e dramaturga petropolitana Sylvia Orthof em nossa modesta galeria histórica, e assim fizemos.

Sylvia Orthof nasceu em 1932, na cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro. Fez parte da Escola de Arte Dramática do Teatro do Estudante. Começou a atuar no teatro aos quinze anos. Morou dois anos em Paris, onde fez cursos de mímica, desenho, pintura e arte dramática.
Sylvia foi mãe de três filhos: Cláudia, Gê e Pedro. Ficou viúva e casou-se pela segunda vez com Tato, arquiteto e artista plástico que ilustrou muitos dos livros escritos por Sylvia. Depois que começou a escrever livros para as crianças, Sylvia não parou mais, e por suas histórias recebeu diversos prêmios importantes.
Para a tristeza da literatura infantil, Sylvia Orthof faleceu no dia 24 de julho de 1997.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 16:25
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




QUITANDINHA & O CONTE GRANDE

(O Conte Grande no porto de Santos em 1941 em foto do arquivo de Rossini)

OS ITALIANOS DO HOTEL QUITANDINHA

Oazinguito Ferreira da Silveira Filho, professor e pesquisador de História graduado pela UCP e pós-graduado pela UCAM em História do Século XX

 

Em ensaio publicado em 14/02/07, citamos declarações do Sr. Orlando Klôh, ex-garçon do Hotel Quitandinha, e observamos que a riqueza deste depoimento não residia somente no que fora exposto, mas principalmente no que vivenciara profissionalmente.

"Seu" Orlando, na mesma época em seus depoimentos, assinalara o fato de que Rola iniciara seus projetos adquirindo o histórico e famoso, "Tênis Clube de Petrópolis" (atual Petropolitano F.C) em 1941 e que o transformara em cassino, para tanto obras na fachada do clube (portal) foram desenvolvidas com o objetivo de prover uma entrada de maior requinte já que a maior parte do clube apresentava uma paisagem

"campestre". O próprio Orlando trabalhou nas obras sendo depois convidado para trabalhar no interior do cassino.

Quando terminaram as obras do Hotel Cassino Quitandinha, os funcionários do Tênis Clube foram transferidos, mas eram poucos para o movimento e espaço considerado, o próprio Orlando passou a auxiliar no som e iluminação da Boite, onde apresentavam-se os famosos shows nacionais e internacionais, assim como bailes, passando posteriormente para o corpo de garçons. Mas Seu Orlando conta que Rolla viajou para Santos com o objetivo de contratar os tripulantes do transatlântico Conte Grande para solucionar com um grande naipe de profissionais os problemas do Cassino.

Dezenas destes funcionários super-capacitados no período entre - guerras pelas escolas mais eficientes de hotelaria da Europa transferiram-se para Petrópolis onde muitos e suas famílias até hoje estão estabelecidos e incorporados ao cotidiano social do petropolitano. Assim é que devemos destacar um pouco da história desta embarcação cujo destino relacionou-se com o de nossa sociedade.

(foto da "brigada da boite" e de seus italianos, arquivo de Orlando Klôh)

 

A história do Conte Grande deve ser ressaltada do que foi escrito por José Carlos Rossini, jornalista da Tribuna de Santos em 1992.

O Conte Grande, foi construído na Itália em 1928, e ficou retido em Santos em 1941, assim como o transatlântico alemão Windhunk.

Quando Hitler invadiu a Polônia em 1939, o comandante do Windhuck, que era o mais moderno transatlântico germânico na época, resolveu interromper o cruzeiro que a embarcação fazia pelos mares e litorais da África, passando a refugiar-se na América do Sul, fugindo principalmente dos navios de guerra e do racionamento de combustível que impedia as embarcações de cruzeiro de viajarem tranqüilas.

Já o Conte Grande, com exceção de um par de viagens, em 1935, entre Trieste e Nova Iorque, permaneceu na rota sul-americana, não interrompendo seus serviços.

Na época, o Conte Grande possuía 486 eram tripulantes, enquanto encontrava-se atracado no porto de Santos, onde, a Italmar empresa proprietária, providenciou o encaminhamento dos passageiros que se viram atropelados pela guerra.

Segundo Rossini, o adido naval italiano no Rio de Janeiro na época, Torriani, passou a ser o responsável pelo grande transatlântico. O futuro era incerto para a grande maioria dos tripulantes do Conte Grande assim que logo desceram em terra firme, alguns foram acomodados em pensões e hotéis de Santos e São Vicente, enquanto um menor número foi levado para São Paulo e interior do Estado. Enquanto isto, a presença do Conte Grande em Santos, entre junho de 1940 e abril de 1942, marcou o cotidiano da cidade. Seus tripulantes desembarcados, sobretudo dos homens de copa e cozinha (garçons, cozinheiros, copeiros, camareiros) que foram albergados, bem e mal, por aqui e por ali, foram encontrando trabalho em bares e restaurantes da cidade, enquanto outros vivendo no ócio e sendo sustentados por uma magra contribuição financeira do Consulado Italiano.

Rossini continua sua descrição: no Hotel Parque Balneário, no Gonzaga, foram tocar os músicos da orquestra de bordo, e o cozinheiro-chefe do Conte Grande, contratado pelo então proprietário, o senhor Fracarolli, foi enriquecer o cardápio à l'italiana do prestigioso hotel.

Outros membros da tripulação de serviço encontraram emprego em hotéis e restaurantes de Santos, São Paulo e até do Rio de Janeiro. Entre esses, um cozinheiro-auxiliar e dois garçons foram parar no Restaurante Bologna da Ponte Pênsil em São Vicente, e vários garçons, barmen e cozinheiros foram para o Hotel Quitandinha, do Rio de Janeiro.

 

(O restaurante do Conte-Grande e seus tripulantes em serviço, arquivo de Rossini)

Quanto ao Windhuck, Em 1942, quando o Brasil declarou guerra contra a Alemanha, toda a tripulação foi presa e conduzida para campos de concentração no interior de São Paulo e lá ficaram presos até o fim da guerra em 1945.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 23:02
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




PETRÓPOLIS & O SAMBA

O Samba Petropolitano

 

Oazinguito Ferreira da Silveira Filho, professor e pesquisador, licenciado em História pela Universidade Católica de Petópolis e pós-graduado em História do Século XX pela UCAM

 

O carnaval de 1984 cairia na primeira semana de março, ocorrendo um movimento pré-carnavalesco como há muito não se via na cidade. A Tribuna de Petrópolis recebeu neste período inúmeras encomendas carnavalescas que conduziram a que produzisse um Segundo Caderno carnavalesco de domingo (04/03) diferente, principalmente da Cia. Bohemia, que logo abandonou o patrocínio.

Tivemos a idéia de trabalhar a História do Carnaval na cidade, nascendo o projeto de um ensaio (O Carnaval de Ontem) que consumiu um mês de pesquisas nos Arquivos Municipais e que se consolidou por muito tempo como referencial sobre a temática folclórica para pesquisadores sobre a sociedade petropolitana nestas festas populares. Não devemos considerar como um ensaio sociológico ou antropológico, mas como um retrato do comportamento histórico da sociedade petropolitana ao cruzar o século XIX e XX nesta marcante festa de repercussão social.

Assim sendo, retratamos o pomposo carnaval das elites cariocas nos salões de esplendor de nossa terra, como os dos luxuosos hotéis ou como o do Teatro Floresta; o desfile do corso retratado como primado dos desfiles da “belle époque” como o de 1880 na Primeira Batalha de Flores; as batalhas do "entrudo" pelas ruas como expressão popular carioca que subia à serra, perseguido pelos comissários da época e denunciada pelos jornais; as famílias passeando pela então Avenida XV de Novembro; os grupos de "zé pereira", assim como o nascimento dos "cordões"; a explosão dos ranchos petropolitanos nos anos 20, como o Flor da Infância, Almofadinhas, Esponjas Carnavalescas entre outros.

Registramos que em 1912, Justino do Couto e Salustiano Roque Jorge, eram expressões dos grupos de rua, que desfilavam fazendo apologia aos índios, vestidos como estes com suas machadinhas estilizadas. Grupos que vez por outra quando se encontravam se engalfinhavam.

“Salu”, como era conhecido Salustiano, chegara a desfilar com animais para chamar a atenção do público ao seu grupo, e competia com sucesso contra os ranchos da época na preferência popular, principalmente com o de Álvaro Sambista.

Mas foi Salu, considerado pai das escolas de samba em Petrópolis, que aos 73 anos de idade, em 1940, criou a primeira escola, a “Caçadores Sertanejos” que se manteve até o limiar dos anos 60, quando a “Vinte” surge no cenário para o apogeu do carnaval petropolitano.

Assim que meu pai faleceu, herdei alguns discos antigos que eram surpreendentes e entre estes se encontrava o LP gravado em 1968 pela Escola de Samba Grêmio Recreativo Unidos da 24 de Maio, que no período, 1968, desfilara no Rio de Janeiro entre as grandes escolas na Praça Onze, convidada pela antiga liga.

Na época, anos 70 não nutri maiores interesses como todo adolescente por antiguidades, mas guardei os LPs, até que recentemente uma moradora e amante da região, me solicitou a preciosidade para gravar e apresentar à geração da “vinte” que não conhecia, assim foi que me reencontrei com o histórico LP organizado por Herolt Miranda e que na contra-capa apresentava uma síntese histórica das origens da própria “vinte”.

Não conseguimos qualquer foto de seus membros no histórico desfile no Rio de Janeiro para exposição em nosso blog, sabemos que neste período a agremiação encontrava-se no auge após inúmeras vitórias em Petrópolis.

Antes devemos salientar que a rua “Vinte e quatro de maio”, teve originariamente seu nome no contexto popular como “Morro da Caixa D’Água”, devido a existência de uma caixa que abastecia bicas e moradias do centro da cidade, principalmente as próximas a entrada da antiga Rua de Dona Teresa (G. Eppinghaus) ganhando somente no século XX a denominação atual, em homenagem a Batalha de Tuiuti, de 1866 ocorrida na guerra entre Brasil, Argentina e Uruguai, aliados contra o Paraguai, e que deixou em campo aproximadamente 16 mil homens, entre mortos e feridos graves, cuja vitória foi declarada à 24 de maio.

 

“Um grupo de foliões de Petrópolis, Cidade Serrana do Estado do Rio, reuniam-se todas as noites num bar da Rua 24 de Maio, naquela turística cidade. Idealistas, compositores, artistas verdadeiros, que aqueciam seus corações nas noites frias, com a chama de um sonho: formar uma Escola de Samba. Em 1956, superando todos os obstáculos, conseguiram eleger uma Diretoria e o Presidente daquele sonho que ia, aos poucos, varando as brumas da cidade das Hortênsias.

Seu presidente, Antonio Moreira, colocou com seus companheiros, músculos, inteligência, espírito e uma dose imensa de otimismo na concretização daquele imenso ideal. Surte o ano de 1958 e, os foliões de Petrópolis tiveram uma surpresa extraordinária: desfilando pelas ruas de sua Cidade, lá vinha a Escola de Samba Unidos da 24 de Maio, arrancando aplausos delirantes do povo que sentia e vibrava com o sucesso do empreendimento daquele pugilo de bravos, que trabalhara dois anos lutando contra todas as dificuldades, para proporcionar alegria ao povo de sua terra.

Com um enredo que homenageava Petrópolis, obtinha o primeiro lugar em sua primeira apresentação. Em 1962 o Sr. Abílio de Souza Paiva, assumia a Presidência da Escola. E em 1964, mais uma vez, obtinha, novamente, o primeiro lugar com o enredo "Mãe Preta". De sucesso em sucesso, vão renovando, os seus dirigentes, dentro do espírito de camaradagem e amor que sempre existiu entre todos. Substituindo o Sr. Carlos Crocc assumiu a direção da Escola o Sr. João Varanda Filho, vereador da Câmara local, que seguindo o exemplo dos seus antecessores, tem dado muitas alegrias e muitas vitórias a mais simpática das escolas de samba de Petrópolis, com os Enredos:: Petrópolis de Cem Anos Atrás, Presidente Vargas, As quatro Estações do Ano, Mártir Tiradentes, etc...

A Escola de Samba Unidos da 24 de Maio, atinge o ápice de sua gloriosa existência, lançando o seu primeiro disco produzido pelo Maestro João Negrão. Esperando que o público reconheça nessa obra, o valor de um grupo de verdadeiros artistas, que, nada mais deseja, senão, proporcionar instantes de recreação espiritual, através de música bem brasileira, história da alma de nosso povo. Com esse LP enviamos nossa homenagem a todo o povo de nossa querida terra. Ouçam-no! Ouçam a nossa alma.”

(Herolt Miranda)

 

Ficha Técnica do LP:

 

FACE A

1- Folclore Brasileiro (Aziz Silva-Saitare Nunes-João Negrão); 2- Petrópolis de Cem Anos Atrás (Azis Silva-João Negrão-Juanito Igreja; 3- Presidente Vargas (Aziz Silva-João Negrão-Maurilio Lopes); 4- As Quatro Estações do Ano (Aziz Silva-João Negrão-Maurilio Lopes); 5- Martir Tiradentes (Mario de Oliveira-Mões Filho - Geraldo Gomes); 6- Sobe o Morro (Saitare Nunes-Mões Filho-Geraldo Gomes)

 

FACE B NEGLP01/69

1- Pedaço de Chão (Aziz Silva-João Negrão-Maurilio Lopes); 2- Mãe Preta (Jair Maia-Mario de Oliveira-Sebastião Oliveira); 3- Cidade das Flores (Sebastião de Oliveira-Mario de Oliveira-Heralt Miranda); 4- Festa do Povo (Aziz Silva-Mões Filho-Wilson Fernandes); 5- Meu Barracão (Silvio Lima-Saitare Nunes0Mões Filho); 6- Cidade Imperial (Aziz Silva-Juanito Igreja-João Negrão)

 

(Gravado ao vivo por PANEG e

Fabricado por Gravações Elétricas S.A. - Estrada do Estado, 4755 SP)



Escrito por Oazinguito Ferreira às 10:58
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 
Histórico
Outros sites
  OAZINGUITO FERREIRA DA SILVEIRA FILHO, prof., pesquisador, Curriculo Lattes
  IHP - INSTITUTO HISTÓRICO DE PETRÓPOLIS - A Memória da Cidade
  ARQUIVO HISTORIOGRÁFICO GABRIEL FRÓES - Memória Petropolitana - Historiográfo
  TEXTOS PUBLICADOS SOBRE PETROPOLIS NO SECULO XX
  HISTORIA&HISTORIA - CONSIDERAÇÕES HISTÓRICAS - Oazinguito Ferreira
  NO TWITTER - PETROPOLISNOSECULOXX - PROFFERREIRA
  COLONIZAÇÃO ALEMÃ EM PETRÓPOLIS - para pesquisas escolares
  ATENDENDO AOS ESTUDANTES
Votação
  Dê uma nota para meu blog