 |
|
|
CAPELA DO SION: HEITOR DA SILVA COSTA EM PETRÓPOLIS

As primeiras religiosas de Sion chegaram à Petrópolis em 21 de fevereiro de 1889. Dedicadas à educação o inicio das aulas já se deram na Rua Bragança no no.9 em 11 de março de 1889. em 15 de janeiro de 1890, as aulas já ocorriam na casa do Visconde de Ubá na então rua dos Mineiros, foram transferidas as operações para o Palácio Imperial à av. 7 de setembro em 30 de setembro de 1892. Com a doação do prédio e terreno, na Avenida Benjamim Constant, em 11 de setembro de 1904 foi lançada a pedra fundamental da construção do edificio (Fróes, Gabriel - IHP) e as operações consequentementes foram transferidas para o novo prédio em 03 de dezembro de 1907. O projeto inicial do prédio da própria escola foi de responsabilidade do engenheiro Eugênio de Andrade (in, Neves Kruger, Naria das Neves - IHP). A capela foi inaugurada em 24 de outubro de 1914, e sua construção obedeceu aos cânones arquitetônicos da Capela da Congregação em Paris Mas o Colégio SION, pelo prestígio de suas freiras da Congregação Notre Dame de SION como educadoras, talvez tenha sido a presença francesa mais forte na educação feminina em Petrópolis. O projeto da Capela foi de autoria de Heitor da Silva Costa. Destacamos para leitura de nossos visitantes cópia do projeto presente em monografia intitulada, Justificativas de Trabalhos Gráficos Apresentados à Congregação da Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, datada de 1918. (original copiado - clique) 


Desenho A do projeto de Heitor da Silva Costa 
Desenho B do projeto de Heitor da Silva Costa (As fotos deste ensaio já reproduzidas anteriormente, foram batidas por R. Haack e encontram-se em Relatório da Inspetoria Estadual. Já os desenhos estão presentes no Relatório do próprio Heitor para a Escola Politecnica)
Escrito por Oazinguito Ferreira às 17:48
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
VILA ITARARÉ: HEITOR DA SILVA COSTA EM PETRÓPOLIS

(postal (anos 30) do tradicional photo Nietzsch de Petrópolis sobre foto de Hees, que foi batida após a construção e que foi adicionada ao projeto para a Escola Politecnica)) Cont.(...) Estudou um projeto, elaborado por John Oberg, para a construção de um palacete na Avenida Koeler, modificando-o para adaptá-lo às condições do terreno. Porém em Petrópolis o destaque ficou por conta da Capela do Colégio N.D. de Sion e a construção do palacete conhecido como Vila Itararé, em 1902," (...) que foi concluído em 1904, pois conforme ele mesmo explica, o largo tempo, cerca de 18 meses, empregado na sua construção foi devido à natureza do terreno, que exigiu fundações especiais e aos cuidados com a sua decoração interior", nas palavras de Ferreira Alves. O projeto para a Vila Itararé necessitou de um estudo especial para suas fundações, já que a região apresentava um lago na mesma área. Destacamos para leitura de nossos visitantes cópia do projeto presente em monografia intitulada, Justificativas de Trabalhos Gráficos Apresentados à Congregação da Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, datada de 1918. (original copiado - clique) 

O desenho do projeto original 
Destaque do postal, transeuntes desfilando frente ao prédio fronteiriço à Praça da Liberdade. 
Outro detalhe dos transeuntes. 
Verso do Postal. 
Destaque do carimbo do extinto photo Nietzsch 
Destaque da assinatura de Heitor da Silva Costa no projeto. (Os desenhos estão presentes no Relatório do próprio Heitor para a Escola Politecnica, já o postal pertence a coleção particular do maestro Ernani Aguiar)
Escrito por Oazinguito Ferreira às 10:35
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
HEITOR DA SILVA COSTA EM PETRÓPOLIS

Muitos foram os engenheiros e arquitetos que deixaram sua assinatura presente em nossa cidade nas primeiras décadas do século XX, e entre estes destaca-se o celebre construtor do Cristo Redentor, Heitor da Silva Costa. Em ensaio produzido em 2003, com o título Brasileiros Ilustres em Petrópolis, o prof. Jeronymo Ferreira Alves, assinala que Silva Costa, viveu intensamente Petrópolis tanto em sua infância como na juventude, já que seu pai possuía predileção pela cidade e residira nesta por longos anos. Engenheiro por formação, Silva Costa em agosto de 1914, ingressou como professor na Escola Politécnica do Rio de Janeiro, lecionando Trabalhos Gráficos de Construção e Hidráulica, e anos mais tarde, talvez por requerer cargos na instituição, apresentaram uma monografia onde descrevia todas as obras e projetos realizados e idealizados até a referida data. Este monografia intitulada, Justificativas de Trabalhos Gráficos Apresentados à Congregação da Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, datada de 1918. Segundo Ferreira Alves, Heitor, "construiu numerosos edifícios no Rio de Janeiro e no interior do país, dedicando-se particularmente à arte sacra, igrejas e monumentos religiosos oficiais. Foram suas principais obras: monumento fúnebre ao barão do Rio Branco; monumento ao Imperador D. Pedro II, na Quinta da Boa Vista; monumento a Pasteur, na avenida do mesmo nome; os monumentos ao Cristo Redentor nas cidades de São João Del Rei e no alto do Corcovado no Rio de Janeiro; prédio do Colégio SION em Campanha; projeto de uma fachada para o Jornal do Comércio no Rio de Janeiro e um grande número de prédios nas principais ruas e avenidas desta cidade." Nesta relação insere-se também a construção do Cristo Redentor, no Corcovado, que levou o Conselho Diretor do Clube de Engenharia a conceder a Heitor da Silva Costa o "Prêmio Paulo de Frontin", instituído pelo notável engenheiro João Teixeira Soares, para ser concedido, de cinco em cinco anos, à obra que mais tiver concorrido para o melhoramento ou embelezamento da cidade do Rio de Janeiro. Já em Petrópolis, foi o responsável pela construção da Vila Itararé, de uma das etapas da Catedral São Pedro de Alcântara, da Capela do Colégio Notre Dame de SION e do Trono de Fátima, obras que comprovam sua eficiência técnica e sua probidade como profisssional. 
O definitivo projeto do Cristo em 1931. (As imagens reproduzidas nesta postagem foram publicadas originalmente no jornal O GLOBO por ocasião da promoção para Monumento Internacional)
Escrito por Oazinguito Ferreira às 10:21
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
QUITANDINHA E SEU ÔNIBUS EM 1948

"Recentemente ao trabalhar com material impresso do editor Sylvio de Carvalho, me deparei com uma publicidade produzida especialmente por Sylvio para sua publicação Vida Serrana em 1948. A publicação foi o seu debut na imprensa. Sylvio acabou de comemorar 60 anos de intensa atividade profissional. Na época a cidade possuía algumas empresas realizando transportes para os bairros e distritos em substituição ao antigo sistema de lotações que sucedera em 1932 aos bondes. Nesta foto-publicidade apresenta-se a ‘Cia. Rodoviária de Transportes Petrópolis’, empresa constituída por João Varanda que, especialmente, transportava passageiros para o Hotel Quitandinha no período. (...) Segundo Geraldo Pires Antunes, este ônibus de 1948, pertencia às unidades de carrocerias fabricadas pelo próprio J. Varanda para o chassi Chevrolet. Varanda fabricava inúmeras carrocerias também para os lotações do Rio de Janeiro ao final dos anos 40. Na mesma época carrocerias de ônibus mais robustas eram montadas para o chassi de caminhões Internacional que se habilitavam para longas viagens no país, como Rio e São Paulo. Varanda foi o primeiro a adquirir a antiga gare e oficina dos bondes na Rua Padre Siqueira para estabelecer uma fábrica de carrocerias assim como garagem. Vendendo-a mais tarde para a Única. Tornou-se o mais importante empresário petropolitano nas décadas de 40 e 50. O ônibus da foto-publicidade, fazia a linha 3 na época para o Hotel. Segundo Orlando Klôh, que trabalhou no cassino, estes ônibus trafegavam em alta velocidade, pois eram poucos e faziam muitas viagens, vez por outra ocorrendo acidentes, principalmente pela madrugada quando ocorria o transporte de funcionários que dormiam nos apartamentos alugados por Rolla no Edifício Imperador, cuja construção contou também com seu patrocínio financeiro." (Silveira Filho, Oazinguito Ferreira. Mais Memórias Petropolitanas?, Tribuna de Petrópolis, 28/07/2009)
Escrito por Oazinguito Ferreira às 19:54
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
ANOS 30: FORÇAS PÚBLICAS ENTRAM PELA AVENIDA XV

Esta foto também pertencente à Coleção R. Haack, pertencente ao Museu Imperial, aponta para a presença da entrada das forças públicas pela cidade nos anos 30. Este registro histórico de Haack, seria possivelmente de um dos movimentos revolucionários ocorridos no país, tais como a Revolução de 1930, cujos jornais apresentaram com muita timidez no período. Em segundo plano observamos a Casa São Luiz e a Tinturaria Chinesa.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 15:54
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
NOVO DESAFIO URBANO
Caros Amigos, Glaucio, Frederico e Valdinei. Correto! Acertaram. Todos visualizaram a entrada da Rua Paulo Barbosa com a então Avenida XV de Novembro, e o tradicional sobrado que foi todo desfigurado para abrigar o prédio-caixote onde encontramos hoje a Loja Tele Rio. Observem ainda outros detalhes pois a foto pertence a gloriosa coleção de R. Haack, bisavô de nosso Frederico: a praça arborizada que localizava-se à frente do Colégio, posteriormente derrubado para ser erguido o Edifício Imperador; o piso de macadame (primeira década), anterior a colocação do piso de paralelepípedos nem a linha de bondes que só circulou a partir de 1912; a margem do rio com suas maravilhosas árvores, sem qualquer projeto de urbanização para a época. Agradeço as respostas e a constante visita ao nosso blog. Ferreira. 
Trazemos novamente um desafio aos nossos visitantes. Procure observar atentamente este registro fotográfico que também pertence à coleção de R. Haack, presente no Arquivo do Museu Imperial, e vamos indicar sua localização no centro da cidade. A única dica é que a mesma foto também data dos anos 30, onde podemos presenciar uma das mais antigas ruas de nossa cidade que em toda a sua vida só acusou uma leve alteração em sua nomenclatura. PETRÓPOLIS NO SÉCULO XX, três anos de atividade, três anos de registros. Agradecemos a constante presença.
Escrito por Oazinguito Ferreira às 21:01
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
HERÓIS DA PRIMEIRA GUERRA EM VISITA À PETRÓPOLIS

Em 19 de setembro de 1920, desembarcavam no Rio de Janeiro o rei Alberto I e a rainha Elizabeth, reis da Bélgica, convidados pelo presidente Epitácio Pessoa, foram na época, transportados pelo cruzador brasileiro São Paulo, que para ocasião foi parcialmente transformado em transatlântico de luxo, que incluía um serviço de bordo digno de reis. Os reis da Bélgica tiveram recepção sem qualquer precedente, tanto de autoridades como do povo, principalmente porque o rei Alberto, muito popular também em seu país, era cercado da admiração dedicada aos heróis por sua atuação durante a Primeira Guerra Mundial recém-terminada em 1918. A visita possuía como objetivos estabelecer relações comerciais e culturais com o Brasil, o que se concretizou por intermédio de acordos e declarações de intenções, onde até mesmo o estabelecimento de uma siderúrgica (http://www.pettinato.info/cidades/belgomineira.htm). Até o dia 16 de outubro, data do embarque para a volta, também no São Paulo, a comitiva fez um roteiro pesado de festas, banquetes, homenagens, passeios e discursos: Rio de Janeiro, Teresópolis, Petrópolis, Belo Horizonte, Morro Velho, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Claro, Ribeirão Preto, Santos e Rio de Janeiro, percurso realizado por trem. Em Petrópolis, os jornais destacaram a visita que foi precedida da chegada do Conde D’Eu e do Príncipe d. Pedro como seus representantes diplomáticos, já que no mesmo ano ocorreu a anistia à família Imperial, os jornais de Petrópolis noticiaram a visita do Rei com grande pompa, seo que o jornal O Século dedicou páginas especiais em impressão de classe. Em sua primeira página apresentava a árvore genealógica da família do Rei Alberto.  A visita à Petrópolis se processou com a presença de um grande número de populares, banda de música e autoridades, que convergiram para a Estação onde ocorreu o desembarque. Na ocasião o Rei visitou o Colégio São Vicente de Paula que se localizava no prédio do Palácio Imperial e tirou uma foto com professores e religiosos da instituição (foto reproduzida que pertence a coleção do Arquivo do Museu Imperial).

Neste postal reproduzido anteriormente e gentilmente cedido pelo Maestro Ernani Aguiar, podemos observar o Colégio de São Vicente de Paulo quando sua sede encontrava-se no Palácio Imperial. No postal observamos a Entrada do Colégio com seus alunos em brincadeira e sendo pageados por um frei que prestava a função de bedel.  No ano seguinte, O General Mangin (foto-postal acima), francês, outro herói da Primeira Grande Guerra , também visitou Petrópolis. Mangin , na realidade tratava-se do General Charles Mangin (1866/1925), apelidado de Le boucher, "O carniceiro", que foi comandante do exercito francês na luta para deter as investidas alemães, tendo atuado com bravura na reconquista de Douamont y Triaumont, durante a primeira grande guerra. Este realizou uma rápida visita ao Brasil estando no Rio de Janeiro e segundo os registros de Gabriel Fróes, seguindo para Petrópolis. A foto reproduzida é um postal que marca a presença do general no Rio, segundo dados da casa de leilões, www.babellivros.com.br/cataperm.htm, já a segunda é de Wikipedia.

Escrito por Oazinguito Ferreira às 20:36
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
'SEU' JESUS DA PADARIA DAS FAMILIAS

Importantíssimo saber o quanto o blog avançou em sua proposta nestes três anos de vida, fazendo amigos, construindo memórias, documentando o século XX petropolitano. Nosso desafio rendeu propostas que nos chegaram, tanto de fotos e documentos. Entre estas as de Francisco Camargo que se fez acompanhar de uma foto em 1957 em companhia de um histórico personagem, o Seu Jesus da Padaria das Famílias, porém fantástica é sua descrição relembrando também seu pai o saudoso professor Geraldo e seu avo, José Alonso Campos, que reproduzimos logo abaixo acompanhada do presente que é a foto. Agradeço ao amigo, este presente. Esperamos que outras 'memórias', depoimentos, surjam para nosso prazer historiográfico e nossa reprodução. "Essa fotografia foi tirada pelo meu pai - prof. Geraldo Camargo - por volta de 1957, em frente a nossa casa na rua Santos Dumont. Eu seguia junto com o Sr. Jesus, que era muito amigo de meu avô, pai de minha mãe - José Alonso Campos, que foi comerciante e vereador em Petrópolis - até o fim da rua, na confluência com a rua Bartolomeu Sudré (laderia do Buraco do Sapo), parando nas casas da "freguesia" a entregar pães e garrafas de 1 litro de leite. Tenho muito claro na memória as tantas vezes que fizemos isso, sempre na parte da manhã, e em dias belíssimos de sol, vento e um friozinho, o que significa dizer que os passeios ocorriam entre julho e setembro. A chegada do Sr. Jesus era uma enorme alegria para mim, tanto pelo carinho com que era recebido por ele, como pelo prazer de me sentir meio que "dono do mundo". fora da minha família, você é primeira pessoa a vê-la."

Escrito por Oazinguito Ferreira às 14:17
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
DESAFIO COMEMORATIVO

RESPOSTA: Desejo agradecer aos nossos fieis visitantes que nestes três anos contribuíram para que este blog tenha se firmado como um dos mais visitados em Petrópolis, o que nos deixa honrado pelo trabalho que procuramos desenvolver. Se estivemos ausentes por longo tempo foi devido a nosso trabalho com o magistério. Assim, passamos a resposta: Realmente, aqueles que apontaram como sendo a descida da Mal. Deodoro, estão certos. Vamos aos detalhes apresentados: Glaucio foi o primeiro a apontar com exatidão a referência, Chico Camargo, acrescentou os detalhes, apontando a Padaria das Famílias com sua carroça estacionada do lado externo. E aproveito pela contribuição de que o charreteiro era o 'Seu Jesus', importantissimo para nosso registro memorialistico, assim como o detalhe dos 'fregueses de caderninho' que se seguiam a todas as ruas circunvinzinhas ao centro da cidade. Realmente a carroça encontra-se no Museu Imperial destinada a exposição pública. Quanto aos veículos, infelizmente Chico erra quanto a data. Não são dos anos 40/50, mas anteriores. O que reforça o fato de ser uma foto de meados dos anos 30, possivelmente de 1934, são dois detalhes: o primeiro o do referido prédio onde esteve baseada a CAEMPE, que pela foto é um sobrado, e possivelmente ganhou o terceiro andar ao final dos anos 30; em segundo a ponte nova foi construída em meados dos anos 40, antes da derrubada da casa da fazenda e construção do Pio XII; e se observarem nitidamente o calçadão de onde Haack (bisavo, não é Frederico?) bateu a foto é o mesmo que se apresenta à frente da antiga pensão que localizava-se no prédio da Casa da Fazenda do Córrego Seco. Quanto ao fato do mastro, concordamos com Peixoto quando assinala que estes seriam do prédio onde se situava o consulado de Portugal, no sobrado da Padaria das Familias, mais Frederico também esta certo ao apontar para mastro na frente do prédio do Banco Construtor e não do Fórum como ele aponta. Naquela época as manifestações civicas quando se processavam ao final dos anos 20 e inicio dos anos 30 seguiam pela Avenida XV em frente aos mesmos prédios, já que estes foram construídos ao final dos anos 20 e a área era o principal centro financeiro com o Banco de Petrópolis (atual BB) de um lado e o Banco Construtor do outro. Até mesmo os registros de movimentos como os aliancistas e integralistas se processaram neste mesmo local. Observe atentamente a foto também de Haack da construção da ponte (inicio dos anos 40) logo após a época da foto do desafio. Esta foto já apresenta o abrigo central da Marechal Deodoro, destinado ao embarque e desembarque dos carros de praça e que possuía um café que nos anos 50 e 60 ficou famoso por abrigar os fiscais da Coletoria do Estado que temporáriamente ficou sediada no prédio do Banco Construtor. Novamente agradeço a todos pela colaboração e prometo para breve um novo desafio. Um forte abraço a todos. PETRÓPOLIS NO SÉCULO XX EM SEU TERCEIRO ANIVERSÁRIO
Escrito por Oazinguito Ferreira às 23:12
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
 |
| [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |