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BRASIL, Sudeste, PETROPOLIS, CASTELANEA, Homem, de 46 a 55 anos



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Petrópolis no Século XX


QUITANDINHA: LOUÇAS

Já havíamos citado a presença de uma estrutura de restaurantes e funcionários especializados e sem igual para o Hotel Quitandinha, com uma rede interna e externa. Esta foto, de autoria de Jean Manzon para a revista O Cruzeiro, e reproduzida recentemente por Rouen em seu blog, que atenciosamente nos ofertou, comprova a magnitude dos atendimentos realizados principalmente na época do Cassino.
O sr. Orlando Klôh em depoimento recente para publicação nossa, já afirmara que cada unidade possuía um conjunto de peças com cores distintas do tipo, vermelho para o interno, verde para a boate e assim sucessivamente. Uma grande organização onde a produção era exclusivamente realizada por uma cerâmica de Petrópolis contratada por Joaquim Rolla e com designer europeu.
As demais peças, assim como talheres, também possuíam a impressão do celebre Q, marca consagrada do Hotel e divulgada internacionalmente.
Segundo Klôh, ex-garçon da boate e do restaurante, o próprio Rolla periodicamente testava os serviços oferecidos, assim como a qualidade das peças e os funcionários, fazendo questão de impor suas conveniências e estilo em uma reunião.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 17:20
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QUITANDINHA: A CHURRASCARIA DO LAGO

Esta outra imagem, também gentilmente cedida por Rouen, apresenta em primeiro plano a construção do restaurante externo do Hotel Cassino Quitandinha que foram projetados para o lago, e em segundo plano a área que estava sendo sendo planejada para a ocupação imobiliária nas proximidades da rodovia, pela empresa de Joaquim Rolla na região da extinta fazenda Quitandinha. O conjunto de restaurantes do Hotel era composto de três alas internas, incluindo uma infantil e uma externa, esta que estava em construção. Quando da administração da empresa Santapaula Melhoramentos o restaurante externo foi negociado para que neste fosse implantado uma unidade comercial terceirizada, completamente independente do então Club Quitandinha nos anos 60. (dados obtidos junto aos seus ex-funcionários)



Escrito por Oazinguito Ferreira às 18:56
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QUITANDINHA E A EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL DE INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Realizou-se em 10 de julho de 1948 no Hotel Quitandinha a Exposição Internacional de Indústria e Comércio, sendo que a Exposição Internacional era caracterizada como permanente.
As imagens aqui postadas foram gentilmente cedidas por rouen46@yahoo.com.br in Arqueologia do Rio de Janeiro (fotolog.terra.com.br) e pertencem a sua coleção. Observem atentamente o selo estampado no período pela ECT.
Esta exposição foi organizada por Aloysio Penna Martins, nascido em Dom Silverio, Minas Gerais. No Rio de Janeiro, Aloysio exerceu as seguintes atividades:
Diretor do Hotel Quitandinha S/A; Diretor gerente da Exposição Internacional de Indústria e Comércio realizada no Hotel Quitandinha; e Participou da Comissão Executiva que construiu o Pavilhão do Campo de São Cristovão, sob patrocínio do Grupo Quitandinha de Joaquim Rolla.
Conseguimos também obter a informação de que Amadeu Luciano Lorenzato, pintor, trabalhou na montagem dos estandes para a Exposição de Indústria e Comércio, realizada no Hotel Quitandinha, de Petrópolis.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 18:44
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BENEFICIÊNCIA PORTUGUESA NOS TEMPOS DO SANATÓRIO PORTUGUÊS

O postal-foto acima de autoria de R. Haack, nos apresenta o prédio do 'Sanatório Portuguez' quando de sua inauguração em 1928 no bairro do Valparaíso, e nos confirma a presença de R. Haack no universo dos postais ao final dos anos 20 e decorrer dos anos 30 concorrendo com outras famosas empresas de cartão do periodo. O postal aqui reproduzido é uma cortesia do diretor-presidente da Sociedade Médico Hospitalar, dr. Marco Aurélio de Figueiredo, a quem agradecemos.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 19:29
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QUITANDINHA E O GASOGÊNIO: UM DOCUMENTO DE ÉPOCA

A foto cedida gentilmente pelo companheiro Rouen (Rouen in http://fotolog.terra.com.br/ - Arqueologia do Rio de Janeiro - rouen46@yahoo.com.br), e possivelmente copiada da revista O Cruzeiro, revista de sucesso nacional na época,  apresenta diversos carros de praça à saída do Hotel Cassino Quitandinha na época.
Mais precisamente o ano de 1941, ano da foto, quando vigora o racionamento de gasolina, resultado do conflito mundial (a Segunda Guerra), que foi imposto pelo governo brasileiro obrigando os motoristas do período a converterem seus carros para uso do gasogênio, um gás que era obtido por meio da queima de carvão.
Para ser usado, o gasogênio requeria um equipamento acoplado na traseira dos veículos. O motor adaptado para gasogênio funcionava com os gases (nitrogênio, hidrogênio, monóxido de carbono, metano) obtidos pela queima do carvão ou da lenha.
A característica principal é a de que o sistema não era vantajoso para percursos curtos, sem contar que a instalação modificava a dirigibilidade do automóvel em virtude do peso final.
Podemos observar na foto a presença de ao menos dois veículos transformados para este fim, além do fato de que a mesma foto poder ser um documento de época do expert , do fotojornalismo Jean Manzon, se realmente for uma publicação de O CRUZEIRO.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 00:15
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PRAÇA D PEDRO: UMA NOVA FACE URBANA

Esta composição urbana da Praça D. Pedro e da estátua em sua homenagem nos anos 30 do século XX, possivelmente não era conhecida pela maioria dos petropolitanos. Observe que existe uma base maior que atualmente é coberta para aumentar o nível da praça. Segundo indicações de técnicos a reforma paisagística se processou posteriormente pois nos períodos de chuva a praça permanecia alagada ou quase sempre com muitas poças durante o dia pois não havia como escoar a água da mesma. Esta nova formulação paisagística segundo depoimentos foi realizada em meados dos anos 50.
Os postais apresentados pertencem à coleção do maestro Ernani Aguiar que gentilmente foram cedidos  para reprodução, e é do Photo-Nietzsch.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 10:16
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