Petrópolis no Século XX


ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE PETRÓPOLIS: ANOS 30

Muito se discorre pela imprensa sobre a revitalização turística de parte da rede ferroviária que se encontra fora da cidade de Petrópolis, porém se sabe que o segmento da cidade era muito mais importante e assim sendo vamos rever o patrimônio predial que Petrópolis perdeu com a extinção da rede.
Recentemente ao pesquisar o álbum da Cia. Fábrica de Papel Petrópolis editado em 1933 para a 6a Feira de Amostras que ocorreu no Rio de Janeiro na mesma data, nos deparamos com foto cuja autoria não foi revelada pelo álbum, assim como a da maioria de suas fotos, uma imagem que pelo ângulo que foi batida revela uma vila européia, mas é justamente a área de nossa Estação Ferroviária.
A foto foi realizada do morro acima do prédio em que se localizava atualmente o Arquivo Administrativo da PMP, extinta Casa Galo e alguns detalhes da imagem devem ser observados nesta área que junto com o tradicional centro financeiro era à época um dos mais importantes da cidade:

Foto da área da Estação Ferroviária incluindo a Rua Caldas Viana, a já indicada Rua Dr. Pocíuncula e o final da Rua Paulo Barbosa. Uma verdadeira vila européia (mapa ao final do ensaio postagem).

Ao fundo da área da estação observamos a Rua Visconde de Souza Franco com seus sobrados comerciais, sendo a maioria composta de armazéns, e algumas residências.
Devemos salientar que a área próxima da Benjamim Constant e Silva Jardim eram considerados à época junto com a Souza Franco, áreas nobres de residências da cidade.

Neste segmento da foto podemos observar a área da ‘cancela’ da estação e a ponte de passagem (observamos que o pontilhão que passava da Paulo Barbosa à Caldas Viana, ainda não havia sido construído); observamos também o deck de embarque e desembarque com amplo espaço para  o estacionamento de carroções e cavalos para descarga de mercadorias; as tradicionais árvores da Caldas Viana e ao fundo, próximo ao trem que chega a Estação observamos a pequena torre de controle  atualmente utilizada pela PMP na fiscalização da feira que ali se estabelece desde os anos 60.

Neste outro segmento da foto observamos: os Hotéis que se apresentavam em toda a extensão da Rua Dr. Porcíuncula, assim como o casarão do Dr. Porcíuncula, a relojoaria-joaelheria e outros estabelecimentos comerciais; o prédio da Estação Ferroviária; os lotações à porta central da Estação; carros de praça já estacionados à frente do Hotel Rio de Janeiro e ao fundo da Rua, mais precisamente marcando o final da Paulo Barbosa, observamos tradicional sobrado onde funcionava uma tradicional casa de Crédito de Petrópolis.

Mapa da região da Estação Ferroviária da Leopoldina em Petrópolis na década de 30



Escrito por Oazinguito Ferreira às 12:31
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FABRICA DE PAPEL: ORGULHO INDUSTRIAL PETROPOLITANO NOS ANOS 30

Capa do álbum da Cia. Fábrica de Papel Petrópolis, confeccionado em meados dos anos 30 para apresentação na 6a. Feira Internacional de Amostras do Rio de Janeiro em 1933. Seu conteúdo não relatava de forma extensiva uma publicidade da empresa, a não ser em poucas páginas. A grande maioria do álbum fazia uma apologia às autoridades do governo provisório da 'nova república' que se instaurou com a 'Revolução de 1930. Note o logotipo da empresa, novidade no marketing empresarial no período, fato que já se sobressaía no cenário norte-americano pelo seu modernismo industrial e publicitário nos anos 20.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 08:59
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BELVEDERE NOVAMENTE

Novamente o amigo Rouen nos auxilia com uma foto caracteristica do Parque infantil na área do Belvedere na serra ao final dos anos 60, crianças com suas mães ou babás em brincadeiras, enquanto seu pais lanchavam no 'disco'.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 19:45
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UMA ESQUECIDA FABRICA DE PAPEL EM PETRÓPOLIS

Moderno mecanismo europeu dos anos 30 para fabricação de papel e condicionamento em bobinas.

Em 22/06/2008 ao postarmos ensaio em nosso blog, reproduzimos foto que passou a pertencer a coleção de José Kopke Fróes, e foi posteriormente doada com seu falecimento ao Museu Imperial. Esta foto, reproduzia a Fábrica de Papeis da Cascatinha fundada em 1908, e que foi uma das mais expressivas industrias petropolitanas do início do século, como afirmou Raul Lopes(IHP em 2002). Industria que passou por várias fases.
Em 1852, nas proximidades de Petrópolis, foi construída pelo Barão de Capanema a Fábrica de Orianda no Meio da Serra que produziu papel de ótima qualidade para os padrões da época até a decretação de sua falência em 1874. Situada no Meio da Serra, e consta que era visitada por D.Pedro segundo registros de 1882, quando de suas viagens até Petrópolis.
Alberto José Mora, cubano de nascimento, foi juntamente com seu compatriota Bernardo Caymari, criador da Cia. Petropolitana da Cascatinha, sócios em determinadas iniciativas e membros de destaque na comunidade petropolitana.
Mora, chegado ao final do século XIX presenciara esta polêmica no país com o fabrico de papel, tanto que foi quem instalou no Itamaratí, em 1908 da Fabrica de Papel Petrópolis, constituindo, para tal fim, a firma Mora & Cia. Segundo registro de Gabriel Fróes, a fábrica iniciou suas atividades precisamente em 13-8-1907 (Tribuna dePetrópolis).
No Brasil, os problemas decorrentes da escassez do papel serviram de impulso para o desenvolvimento da indústria nacional. Foi assim que, a partir de 1917, começaram os primeiros experimentos para a produção de pasta de celulose de plantas de origem nativa. Neste cenário de transformações, a fábrica de Mora reorganizou-se em 1913 como Cia. Fábrica de Papel de  Petrópolis, com outros diretores, aproveitando-se deste momento nacional e internacional e funcionou até 1925.  Neste periodo foi diretor técnico da FPP Pedro Elmer, que destacou-se em nossa comunidade, tanto socialmente como políticamente. Posteriormente passou por nova reorganização e direção, com novos maquinários e com a ampliação do prédio, e apresentou-se na 6a. Feira Internacional de Amostras do Rio de Janeiro.
"Na Feira Internacional de Amostras do Rio de Janeiro, realizada em 1933, a Companhia Fábrica de Papel de Petrópolis marcou presença, publicando, também, um álbum com homenagens a autoridades nacionais e ilustrado com fotos da época, da indústria de Papel e aspectos da cidade. Era Prefeito de Petrópolis, Yeddo Fiuza." (Raul Lopes, 2002)

Sala de avaliação de qualidade do papel e de corte aos cuidados de funcionárias que moravam na região da Cascatinha/Itamarati, algumas com experiência industrial

As fotos presentes foram reproduzidas do Álbum para a Feira Internacional de Amostras de 1933



Escrito por Oazinguito Ferreira às 19:41
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D'ANGELO, DIFUSORA & TATUZINHO

Em meado dos anos 50 a região que era o point dos veranistas que chegavam a Petrópolis, a Casa D'Angelo que abrigava à tarde as nobres senhoras em seus ‘modelitos’ confeccionados ao estilo do exposto pelas páginas de O Cruzeiro,  consumiam seu habitual chá ou chocolate e sua tradicional torrada Petrópolis, e acima do prédio, instalada estava a Rádio Difusora PRD3, sensação radiofônica da região serrana, que apresentava seus programas de auditório, jornais e portava seu potente auto-falante na Praça D. Pedro que reproduzia suas noticias em destaque em diversas ocasiões quando o noticiário nacional e internacional assim o exigia com a aglomeração habitual dos transeuntes.
A foto, cuja reprodução também foi autorizada por Rouen, apresenta ainda o célebre 'tatuzinho' da Única fazendo sua elegante passagem em direção ao ponto da Casa Gelli.
Não podemos esquecer de assinalar que a ponte ainda era a antiga, pois ainda não havia ocorrido a apregoada 'revitalização' dos anos 50 do 'alcaide' de então. Note as 'moçoilas' em um adorável bate-papo na mesma ponte.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 21:19
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QUITANDINHA & ALEGORIAS

Para não perder o hábito de retratar o passado do Quitandinha, Rouen nos autorizou a reprodução destas alegorias publicitárias, como a flâmula que apresenta a imagem do Hotel, material de marketing característico da sociedade norte-americana quanto as escolas e associações esportivas; a moeda comemorativa da V Exposição de Flores e Frutos que se realizou em 1953, com a chancela da Secretaria de Agricultura Industria e Comércio do Estado do Rio de Janeiro e um chaveiro promocional do Hotel Quitandinha.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 21:00
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QUITANDINHA 'AQUÁTICA'

A administração de Joaquim Rolla no Quitandinha, não poupou nem custos, nem tampouco zelo, principalmente após o fim da era dos Cassinos e a promoção do Hotel com a exigência de  padrões internacionais na época.
Podemos observar as fotos presentes em um livro sobre as atrações oferecidas pelo Hotel no decorrer dos anos 40. Uma pioneira e ousada jogada de marketing internacional, que Rolla promoveu em língua francesa pela Europa. Visava à recuperação financeira do empreendimento com o fim da era dos jogos, e talvez aguardando que novos presidentes revertessem à posição política anterior a de Dutra.
Na primeira foto observamos a piscina térmica, e na segunda a piscina infantil, podendo ser observado o cuidado com os serviços, já que até mesmo salva-vidas eram contratados no Rio para trabalhar nestas.
Imagens reproduzidas de livro publicitário do Hotel Quitandinha pertencente à Silvio de Carvalho, com sua permissão.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 18:09
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QUITANDINHA: MEMÓRIAS FOTOGRÁFICAS

Rouen nos brindou com mais estas doações fotográficas garimpadas por ele no celeiro das revistas nacionais de época. Na primeira mais uma foto do portal de entrada do Hall do Hotel com os carros de praça ao longe e o manobrista sempre presente com seu traje padrão da hotelaria do Quitandinha. A seguir a foto da 'prainha' que existiu na cabeceira do lago, próxima também a uma piscina e dech, e também próxima ao restaurante externo de que já tratamos. Note que eram barcos na época para dar um passeio pelo lago, os famosos pedalinhos foram criados posteriormente pelo Santapaula Club nos anos 60.

Informação complementar: Os carros, autos de aluguel a partir da Segunda Grande Guerra no Brasil, passaram a ser popularmente denominados de 'carros de praça' pois seus pontos por normas municipais situavam-se sempre em praças dos centros urbanos ou bairros da cidade (contribuição de  prof. Jeronimo Ferreira Alves).



Escrito por Oazinguito Ferreira às 12:07
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QUITANDINHA: LOUÇAS

Já havíamos citado a presença de uma estrutura de restaurantes e funcionários especializados e sem igual para o Hotel Quitandinha, com uma rede interna e externa. Esta foto, de autoria de Jean Manzon para a revista O Cruzeiro, e reproduzida recentemente por Rouen em seu blog, que atenciosamente nos ofertou, comprova a magnitude dos atendimentos realizados principalmente na época do Cassino.
O sr. Orlando Klôh em depoimento recente para publicação nossa, já afirmara que cada unidade possuía um conjunto de peças com cores distintas do tipo, vermelho para o interno, verde para a boate e assim sucessivamente. Uma grande organização onde a produção era exclusivamente realizada por uma cerâmica de Petrópolis contratada por Joaquim Rolla e com designer europeu.
As demais peças, assim como talheres, também possuíam a impressão do celebre Q, marca consagrada do Hotel e divulgada internacionalmente.
Segundo Klôh, ex-garçon da boate e do restaurante, o próprio Rolla periodicamente testava os serviços oferecidos, assim como a qualidade das peças e os funcionários, fazendo questão de impor suas conveniências e estilo em uma reunião.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 17:20
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QUITANDINHA: A CHURRASCARIA DO LAGO

Esta outra imagem, também gentilmente cedida por Rouen, apresenta em primeiro plano a construção do restaurante externo do Hotel Cassino Quitandinha que foram projetados para o lago, e em segundo plano a área que estava sendo sendo planejada para a ocupação imobiliária nas proximidades da rodovia, pela empresa de Joaquim Rolla na região da extinta fazenda Quitandinha. O conjunto de restaurantes do Hotel era composto de três alas internas, incluindo uma infantil e uma externa, esta que estava em construção. Quando da administração da empresa Santapaula Melhoramentos o restaurante externo foi negociado para que neste fosse implantado uma unidade comercial terceirizada, completamente independente do então Club Quitandinha nos anos 60. (dados obtidos junto aos seus ex-funcionários)



Escrito por Oazinguito Ferreira às 18:56
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QUITANDINHA E A EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL DE INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Realizou-se em 10 de julho de 1948 no Hotel Quitandinha a Exposição Internacional de Indústria e Comércio, sendo que a Exposição Internacional era caracterizada como permanente.
As imagens aqui postadas foram gentilmente cedidas por rouen46@yahoo.com.br in Arqueologia do Rio de Janeiro (fotolog.terra.com.br) e pertencem a sua coleção. Observem atentamente o selo estampado no período pela ECT.
Esta exposição foi organizada por Aloysio Penna Martins, nascido em Dom Silverio, Minas Gerais. No Rio de Janeiro, Aloysio exerceu as seguintes atividades:
Diretor do Hotel Quitandinha S/A; Diretor gerente da Exposição Internacional de Indústria e Comércio realizada no Hotel Quitandinha; e Participou da Comissão Executiva que construiu o Pavilhão do Campo de São Cristovão, sob patrocínio do Grupo Quitandinha de Joaquim Rolla.
Conseguimos também obter a informação de que Amadeu Luciano Lorenzato, pintor, trabalhou na montagem dos estandes para a Exposição de Indústria e Comércio, realizada no Hotel Quitandinha, de Petrópolis.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 18:44
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BENEFICIÊNCIA PORTUGUESA NOS TEMPOS DO SANATÓRIO PORTUGUÊS

O postal-foto acima de autoria de R. Haack, nos apresenta o prédio do 'Sanatório Portuguez' quando de sua inauguração em 1928 no bairro do Valparaíso, e nos confirma a presença de R. Haack no universo dos postais ao final dos anos 20 e decorrer dos anos 30 concorrendo com outras famosas empresas de cartão do periodo. O postal aqui reproduzido é uma cortesia do diretor-presidente da Sociedade Médico Hospitalar, dr. Marco Aurélio de Figueiredo, a quem agradecemos.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 19:29
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QUITANDINHA E O GASOGÊNIO: UM DOCUMENTO DE ÉPOCA

A foto cedida gentilmente pelo companheiro Rouen (Rouen in http://fotolog.terra.com.br/ - Arqueologia do Rio de Janeiro - rouen46@yahoo.com.br), e possivelmente copiada da revista O Cruzeiro, revista de sucesso nacional na época,  apresenta diversos carros de praça à saída do Hotel Cassino Quitandinha na época.
Mais precisamente o ano de 1941, ano da foto, quando vigora o racionamento de gasolina, resultado do conflito mundial (a Segunda Guerra), que foi imposto pelo governo brasileiro obrigando os motoristas do período a converterem seus carros para uso do gasogênio, um gás que era obtido por meio da queima de carvão.
Para ser usado, o gasogênio requeria um equipamento acoplado na traseira dos veículos. O motor adaptado para gasogênio funcionava com os gases (nitrogênio, hidrogênio, monóxido de carbono, metano) obtidos pela queima do carvão ou da lenha.
A característica principal é a de que o sistema não era vantajoso para percursos curtos, sem contar que a instalação modificava a dirigibilidade do automóvel em virtude do peso final.
Podemos observar na foto a presença de ao menos dois veículos transformados para este fim, além do fato de que a mesma foto poder ser um documento de época do expert , do fotojornalismo Jean Manzon, se realmente for uma publicação de O CRUZEIRO.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 00:15
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PRAÇA D PEDRO: UMA NOVA FACE URBANA

Esta composição urbana da Praça D. Pedro e da estátua em sua homenagem nos anos 30 do século XX, possivelmente não era conhecida pela maioria dos petropolitanos. Observe que existe uma base maior que atualmente é coberta para aumentar o nível da praça. Segundo indicações de técnicos a reforma paisagística se processou posteriormente pois nos períodos de chuva a praça permanecia alagada ou quase sempre com muitas poças durante o dia pois não havia como escoar a água da mesma. Esta nova formulação paisagística segundo depoimentos foi realizada em meados dos anos 50.
Os postais apresentados pertencem à coleção do maestro Ernani Aguiar que gentilmente foram cedidos  para reprodução, e é do Photo-Nietzsch.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 10:16
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COLÉGIO SION DE PETRÓPOLIS: VISTA DO CAXAMBÚ

O prédio do Colégio Sion de Petrópolis nos anos 30 em uma foto batida do morro do Caxambú na ocasião. Mais um postal do Photo Nietsche, pertencente à coleção do Maestro Ernani Aguiar e cedido gentilmente para reprodução. Observe atentamente a natureza presente por toda a paisagem que circunda o patrimônio da atual Universidade Católica de Petrópolis, fato que atualmente não pode ser observado.



Escrito por Oazinguito Ferreira às 14:39
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